Seg, 17 de julho de 2017, 16:31

I Colóquio Cidades: Coexistências e Interfaces
O evento ocorreu entre os dias 06 e 09 de Junho no Centro de Aracaju

Aconteceu no dia 06/06 a abertura do I Colóquio Cidades: Coexistência e Interfaces, realizado pelo Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Sergipe - UFS. O evento teve como objetivo ampliar as discussões sobre os espaços públicos no Centro de Aracaju, e reuniu estudantes, professores e residentes que tinham interesse pelo assunto.

Buscando provocar uma discussão sobre a cidade, os organizadores promoveram ciclos de palestras com professores de diferentes áreas e mesas redondas com artistas urbanos e membros das instituições culturais do centro de Aracaju, com a apresentação de conceitos e opiniões, troca de ideias e debates. Todas essas atividades aconteceram no Museu da Gente Sergipana e na Praça General Valadão durante os quatro dias de eventos.

As oficinas com atividades diversificadas pretendiam ampliar a visão a respeito do Centro, além de promover uma troca de experiência entre os participantes. As atividades aconteceram nos dias 7,8 e 9 e apresentavam cada, uma maneira diferente de desbravar o espaço urbano, do Centro.

A respeito do evento e das atividades proporcionadas, a estudante do 7º período, Gabriela Pires, 21, explica: “A intenção do colóquio e do circuito cultural foi de trazer as pessoas para o centro, para poder viver o espaço e fazer com que as pessoas perdessem o medo de estar no centro fora de horário comercial. Acreditamos que a Universidade ao se abrir para as pessoas de fora possibilita um debate muito mais amplo, pois a intenção do colóquio é gerar discursões de todas as pessoas, abordando temas diferentes, não só a coisa acadêmica, o que estudamos na sala de aula, e sim para todas as pessoas abrirem o olhar e observarem a cidade de uma forma diferente”.

Oficinas ofertadas:

-VARAL DOS DESEJOS (Marcio da Costa Pereira/ Maria Cecília Tavares)

Os transeuntes foram convidados a olhar nas lunetas e escolher um ponto do seu campo de visão para expressar seu desejo para aquele ponto.

-AO CAMINHO DAS ÁGUAS (Márcia Baltazar)

A partir do mote ÁGUA trilharam por um processo de criação cênica passando pela pesquisa e improvisação de ações das águas de nosso corpo, de outros corpos e do rio Sergipe.

-MORAR NO CENTRO - produção de documentário (Marcelo Tramontano)

Foi produzido um documentário sobre a realidade dos moradores de rua do centro de Aracaju, únicos moradores do espaço público. Como eles percebem a cidade, o espaço público, a sociedade, os demais usuários do centro. Como os demais usuários do centro os percebem.

-TRAVESSIAS E ERRÂNCIAS (Yuri Cirulo/ William Santos Souza)

A oficina propôs experimentação da deriva como método criativo para criação de um mapeamento(cartografias) afetivo no centro de Aracaju. Os registros foram feitos nos cadernos de campo, produzidos dentro da própria oficina pelos participantes.

-O ESPAÇO CONSTRUÍDO E A RUA (Cesar Matos) A oficina pretendeu estimular a observação da configuração espacial e arquitetônica do centro de Aracaju

-INVENTAR COM A DIFERENÇA (Ana Angela Farias Gomes/ Lilian Sara Cerqueira/ Raul Marx Rabelo/ Leonardo Nascimento de Souza)

A oficina buscou apresentar os dispositivos organizados pelo projeto "Inventar com a diferença" da Universidade Federal Fluminense (UFF).

-DERIVA URBANA: ANDANÇAS E PERCEPÇÕES (Heitor Gabriel de Morais Santos)

A oficina teve como objetivo a exploração e vivência da cidade enquanto espaço presente através de uma deriva coletiva pelo Centro de Aracaju.


Atualizado em: Seg, 17 de julho de 2017, 16:35
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